quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O vexame do Galo e o aval a Felipão

(Acabou mais cedo) A derrota do Atlético Mineiro na semifinal do Mundial de Clubes para o modesto Raja Casablanca, do Marrocos, foi sintomática.

O Galo chegou com méritos ao Mundial devido a campanha irretocável na Libertadores. Todos esperavam, no mínimo, que os mineiros chegassem ao jogo decisivo, contra o Bayern de Munique. Perder para os alemães seria natural. Uma vitória sobre o atual time de Pep Guardiola seria mais surpreendente do que uma hipotética vitória do Santos sobre o Barcelona do mesmo Pep, dois anos atrás. Porém, a surpresa ficou com a precoce eliminação do Atlético.
Atlético que se preparou para fazer história. Chegou ao Mundial com praticamente o mesmo time que venceu a Libertadores. As duas únicas mudanças no time foram o lateral-esquerdo Lucas Cândido, que ganhou a posição Junior César na bola, e Fernandinho, que foi contratado no meio do ano para suprir a ausência de Bernard.

O garoto foi um dos destaques no time na conquista da América e foi vendido ao Shaktar Donetsk, da Ucrânia. É nome certo na lista de convocados para a Copa no ano que vem. Seu substituto no Galo, Fernandinho, fez um bom campeonato brasileiro, encaixou no sistema de Cuca. Mas quando tinha de aparecer, a diferença técnica entra os dois foi reveladora. Bernard era a válvula de escape desse time. Time que jogava em função de Jô, outro nome certo na Copa.
O centroavante atleticano fez uma boa Copa das Confederações, chegou à Seleção devido suas boas apresentações no Galo, foi artilheiro da Libertadores, é o atual atacante de referência do Brasil, já que Fred vive no ‘estaleiro’. Mas quando o Atlético mais precisava de Jô, ele não correspondeu. Perdeu dois gols feitos em terras marroquinas, gols que poderiam levar o Galo à decisão. Sucumbiu com o time. Deixou o técnico da Seleção, Luiz Felipe Scolari, certamente preocupado. Felipão que, pela falta de melhores opções, conta com Jô.

Não conta, porém, com Ronaldinho nem com Diego Tardelli, dois jogadores sempre reivindicados pela imprensa na lista de convocados. A desistência por Ronaldinho já tinha se mostrado acertada. R10 não desaprendeu a jogar, se reinventou. É importante para o Galo, resolve, às vezes, na bola parada, acerta alguns passes e só. Não dá para esperar mais de Ronaldinho. Já Tardelli jogou muito bem no Brasileirão, mas foi praticamente invisível quando mais se esperava por ele. Se contava com o Mundial como vitrine para uma eventual convocação, é praticamente peça descartada na Seleção.
Para Felipão, poucas são as dúvidas na lista final. Que, na época da Copa, Oscar esteja bem, Hulk esteja forte; que Fred faça as pazes com o departamento médico e que Neymar esteja iluminado. Só assim teremos alguma chance.

sábado, 14 de dezembro de 2013

De olho na Libertadores 2014

Mesmo rebaixada à série B do campeonato brasileiro, a Ponte Preta esteve a um passo de fazer história. Os campineiros, pela primeira vez em mais de cem anos de existência, chegaram à final da Copa Sul-Americana mas foram derrotados pelo Lanús, na Argentina.

A campanha da Macaca foi digna. Eliminaram Vélez Sarsfield e São Paulo, vencendo ambos em seus respectivos domínios. Porém, após o derradeiro apito, o título ficou para o mais consistente time do torneio: em dez jogos, o Lanús venceu sete, empatou dois e perdeu apenas um. Título merecido.


Mas quem também comemorou muito foi o Botafogo. Depois de 18 anos, volta à Libertadores com a quarta colocação no Brasileirão. Mesmo na etapa classificatória para a fase de grupos é feito histórico.

Libertadores que, após 15 anos, não contará com nenhuma equipe paulista. Os representantes brasileiros são: Atlético Mineiro, atual campeão do torneio, Cruzeiro, campeão brasileiro – esses, previamente escolhidos pela Conmebol como cabeças-de-chave -, Grêmio, vice-campeão brasileiro, Atlético Paranaense e Botafogo, terceiro e quarto colocados no Nacional, entrando na perigosa primeira fase, tendo de disputar um mata-mata antes da fase de grupos. E, por fim, o Flamengo, campeão da Copa do Brasil.
Os outros seis cabeças-de-chave da Champions League das Américas são: Vélez Sarsfield e Newell’s Old Boys, da Argentina, Cerro Porteño, do Paraguai, Peñarol, do Uruguai, Bolívar, da Bolívia e Uniõn Española, do Chile.

Novos chefes. Para a próxima temporada, Corinthians e Santos anunciaram, oficialmente seus novos treinadores. Assumem os alvinegros Mano Menezes e Oswaldo Oliveira, respectivamente.

Protagonista. Ainda sem Messi, em fase de recuperação muscular, o Barcelona goleou o Celtic, pela fase de grupos da Copa dos Campeões, com show de Neymar. O brasileiro marcou três gols. Desencantou na Champions.

Supremo Tapetão. A Portuguesa corre sério risco de ser rebaixada a série B por ter escalado um jogador de maneira irregular na derradeira partida do Brasileirão. Caso o STJD confirme a queda lusitana, o Fluminense sobrevive na elite.

Decote padrão FIFA. A apresentadora global Fernanda Lima é a nova musa da entidade. Após grande sucesso no sorteio de grupos da Copa do Mundo, a ex modelo apresentará também o prêmio ‘Bola de Ouro FIFA’, em janeiro.


Em tempo: o Galo é o Brasil no Mundial de Clubes?

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

As surpresas e decepções do Brasileirão

Com o campeonato futebolístico mais importante do País chegando ao fim, balanços sobre o desempenho de nossos queridos times tornam-se necessários. Faremos, então, uma pequena análise sobre as grandes equipes paulistas nesse Brasileirão 2013.

O Santos, dentre os grandes clubes de nosso Estado, foi quem teve, surpreendentemente, o melhor desempenho. Surpreendentemente porque vendeu Neymar, o melhor jogador do time – e melhor do continente, diga-se – e ninguém fica impune a isso. E mesmo assim conseguiu fazer uma campanha digna. Era impossível suprir a falta do atacante que foi para o Barcelona. Para piorar a situação, a diretoria demitiu o técnico Muricy Ramalho e não contratou outro treinador, efetivando o interino Claudinei Oliveira, que conseguiu organizar o time e dar um padrão de jogo à equipe. O grande destaque foi o meia Cícero, que, depois de marcar 15 gols e ser o segundo melhor em números de assistências no campeonato, pede 100% de aumento salarial para continuar em Santos, em 2014. O Peixe termina o Brasileirão na sétima colocação, com 57 pontos; 15 vitórias, 12 empates e 11 derrotas.

O São Paulo viveu momentos de agonia em 2013. Após ser eliminado pelo arquirrival na semifinal do Paulistão e perder a Recopa para o mesmo time, além de ser massacrado pelo Atlético Mineiro nas oitavas de final da Libertadores, o Tricolor tinha o Brasileirão para se redimir. O presidente trocou o técnico Ney Franco por Paulo Autuori, que só durou dois meses no comando da equipe. Juvenal Juvêncio recorreu, então, a outro velho conhecido e o mais querido treinador: Muricy Ramalho, que pegou o time em 18º na tabela de classificação, correndo grande risco de rebaixamento. Como Muricy conhece bem os corredores do Morumbi, conseguiu salvar a equipe da catástrofe anunciada. Pelo contexto, terminar o campeonato no meio da tabela é para ser comemorado pelos são-paulinos – foram 14 vitórias, 8 empates e 16 derrotas.

Já o Corinthians começou o Brasileirão como franco favorito ao título. Atual campeão Mundial, Paulista e da Recopa, era óbvio ver a equipe do Parque São Jorge como o time a ser batido, mas não foi isso o que aconteceu. Foram, ao todo, 10 derrotas. Porém, foi o time que mais empatou (17) e somou apenas 11 vitórias, o mesmo número de jogos ganhos que o Vasco, rebaixado à série B. Até o Fluminense, que também irá disputar a segunda divisão no ano que vem, venceu um jogo a mais que o Corinthians. Ou seja, retrospecto pífio para time de tamanho investimento. Sem contar o fracasso no desempenho dos principais reforços do time; Renato Augusto ficou muitos jogos de fora, devido as suas muitas lesões, e Alexandre Pato nunca correspondeu ao milionário investimento feito em seu futebol. O que manteve o alvinegro na elite do futebol foi o forte setor defensivo, que sofreu apenas 22 gols, 15 a menos que o campeão Cruzeiro. Mas nem isso foi capaz de manter Tite no comando do time em 2014.

Após 15 anos, a Libertadores não contará com nenhuma equipe paulista. A não ser que a Ponte Preta, que foi rebaixada à série B, vença o Lanús, da Argentina, na decisão da Copa Sul-Americana e se classifique ao torneio mais importante do continente.

Menção honrosa ao Cruzeiro, campeão incontestável, 77 gols marcados e 76 pontos conquistados. Trabalho impecável do bom técnico Marcelo Oliveira.

O craque: Everton Ribeiro, meia do Cruzeiro. Melhor driblador, líder em assitências (11), sete gols e o armador que desequilibra partindo da direita no 4-2-3-1 cruzeirense. Destaque absoluto.

Maior surpresa: Atlético Paranaense. O Furacão veio da série B e a expectativa era a luta para permanecer na elite. Resultado final: Terceiro colocado e garantido na Libertadores 2014.

Maiores decepções: Sem contar os supracitados São Paulo e Corinthians, destacamos Internacional, time de enorme investimento e desempenho pífio (48 pontos e apenas 11 vitórias), e Fluminense. Foi a primeira vez na história do Brasileirão que o campeão foi rebaixado na edição seguinte.

Homem Gol: Éderson, do Atlético Paranaense, com 21 gols.

Curiosidade: É a primeira vez em todos os tempos que o primeiro, o segundo e o terceiro colocados são de estados que não Rio de Janeiro e São Paulo. Um mineiro, um gaúcho e um paranaense, como jamais havia acontecido.

A Seleção do campeonato, na visão de quem vos escreve:

Fábio (Cruzeiro): Jéfferson, Cavalieri e Vítor estão à frente na disputa por vaga na Seleção. Mas Fábio é tão bom ou melhor. No campeonato, sobrou.

Léo (Atlético Paranaense): seguro na marcação e bem no apoio.

Dedé (Cruzeiro): Eficiente nas jogadas aéreas, seguro por baixo. Foi o melhor central.

Dória (Botafogo): Boa colocação e senso de cobertura. Essencial a campanha que leva o Botafogo à zona da Libertadores depois de dezoito anos.

Egídio (Cruzeiro): Alex Telles, do Grêmio, joga mais. Mas o números do lateral celeste falam por si: segundo que mais acertou cruzamentos, sexto em desarmes e passes certos; quatro assistências.

Nílton (Cruzeiro): Forte na marcação, contribuiu com gols importantes. Titular em toda a vitoriosa campanha.

Elias (Flamengo): Rápido, técnico e líder do meio-campo rubronegro.

Everton Ribeiro (Cruzeiro): O craque. Disparado o melhor jogador.

Ricardo Goulart (Cruzeiro): Meia central e ponta-de-lança, deixou Julio Batista no banco e, por vezes, ainda supria a ausência de Borges no comando do ataque. Muito eficiente.

Éderson (Atlético Paranaense): Impossível deixar de fora da lista o artilheiro da competição.

Walter (Goiás): As chacotas sobre o visível sobrepeso foram diminuindo conforme os gols marcados. Foram 13 no total e 6 assistências. A qualidade para bater na bola impressiona.

E você, qual a sua seleção do campeonato?


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

As últimas impressões (sobre as primeiras)

Lá pelo fim do primeiro turno do Brasileirão, entre agosto e setembro, escrevi uma pequena análise para a coluna em que assinava no jornal 'Folha de Avaré', que agora está agregado ao maior jornal da região, o 'Sudoeste Paulista'. A coluna falava sobre as primeiras impressões sobre o potencial dos times, sobretudo visando o desempenho até então. 

Como, por algum motivo que não me lembro agora, não publiquei-a nesse deserto virtual, reproduzirei minhas previsões aqui, fazendo um paralelo, em parêntese, com a atual situações dos times . Duas apostas foram certeiras; já as outras, bem, segue o jogo...



Primeiras impressões

Passada a primeira metade do primeiro turno do campeonato brasileiro de 2013, algumas equipes começam a despontar na ponta da tabela enquanto outras demonstram suas instabilidades. Talvez ainda seja cedo para apontarmos favoritos ao título, times que vão lutar por uma vaga na Libertadores, ou aqueles que lutarão para sobreviver na elite futebolística do Brasil.

Mas fazer apostas, simular prognósticos ou simplesmente arriscar quem chega e quem cai faz parte da cultura do torcedor. Para este que vos escreve, a briga pelo caneco já está restrita a apenas três times. Sim, apenas três. Explico (ou tento).

Não vejo, por exemplo, o Botafogo com gás o suficiente para chegar ao fim brigando pelas primeiras posições, quiçá pelo título. A equipe do técnico Oswaldo de Oliveira vem jogando um bom futebol, apresenta uma certa regularidade, tem bom jogadores e um meio-campista excepcional: o holandês Clarence Seedorf. Porém, quando as atenções forem divididas com a Copa do Brasil – este ano, o torneio tem suas fases decisivas paralelas com o Brasileirão - , o Botafogo deve sofrer com a reposição no time principal, que é bom, diga-se. Mas o elenco é carente. Ao contrário do Cruzeiro.


O time da capital mineira foi um dos que mais se reforçaram para esse Nacional. Jogadores muito bons, alguns ótimos, foram contratados. É o caso de Dedé, Nílton, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart, Dagoberto, Borges e o repatriado Júlio Batista, que nem chegou a estrear. Ou seja, a Raposa tem um elenco recheado de opções e vem fazendo um bom campeoanto até a aqui, sempre brigando pela liderança. Pela força do conjunto, a diversidade de atletas à disposição e pelo bom trabalho do excelente técnico Marcelo Oliveira, pode-se dizer que o Cruzeiro é uma aposta real para o título desse ano, mesmo disputando, paralelamente, as fases decisivas da Copa do Brasil.

(Até aqui, acertei na mosca. O Botafogo perdeu o gás na reta final e corre o risco de ficar fora até da zona classificatória à Libertadores. Tem de vencer a derradeira partida, contra o Criciúma, que luta contra o rebaixamento, além de torcer contra Goiás e Vitória, seus concorrentes diretos na última vaga para o torneio continental.)

Assim como o Internacional. Os comandados de Dunga tem oscilado bastante, é verdade, mas as diversas opções de qualidade no elenco colorado, a base dos últimos anos mantida e contratações pontuais, como Jorge Henrique, Alex e Scocco, dão credibilidade para apostas mais altas. Isso se a diretoria der sequência no trabalho e não trocar o comando técnico no decorrer da disputa, o que tem sido frequente no Internacional, nos últimos anos – o que explica, talvez, a falta de títulos dos vermelhos no campeonato brasileiro.

(Os Colorados fazem campanha pífia nesse Brasileirão. Faltando três pontos em disputa, ainda correm o risco, mesmo que matemático, de serem rebaixados. Algo que pareceria improvável na época de minha insignificante análise, devido ao investimento feito pelo clube. Dunga, o técnico, caiu faz tempo. Na ocasião, a demissão até pareceu justa, porém, Clemer, o substituto, não deu conta do recado, e o Internacional tem 2013 como um ano para ser esquecido.)

Já o Coritiba, assim como o Vitória, são times que fazem um belo começo de Brasileirão, tem bons jogadores e dois técnicos bem atualizados. Porém, a meu ver, o que pesa contra essas equipes é falta de elenco para se manter no topo, principalmente quando ambos os times entrarem na disputa da Copa Sul-americana. Talvez, uma disputa por vaga na Libertadores, via Brasileirão, seja mesmo um grande triunfo.

(Vejam bem. Nesse parágrafo, fui bem em partes. O Vitória tem chances de se classificar à Libertadores. Precisa vencer sua partida contra um Atlético Mineiro, pensando no Mundial de Clubes, além de torcer contra Botafogo e Goiás, seus respectivos concorrentes. Já minhas previsões sobre o Coritiba foram totalmente furadas. O Coxa, após um início promissor, despencou a ladeira. A diretoria mandou o técnico Marquinhos Santos embora, contratou Péricles Chamusca, que nada resolveu e o dispensou. Tcheco, ex jogador do time, assumiu o comando e tenta salvar o time da degola. Basta vencer o São Paulo fora de casa para se salvar. Ou torcer para tropeços de Vasco e Fluminense.)

Fechando minha lista de candidatos ao título, destaco o Corinthians. Talvez o mais ameaçador dos times que, hoje, disputam a parte de cima da tabela. O time do técnico Tite joga junto há três anos, perdeu seu principal jogador – Paulinho foi vendido ao Tottenham – mas manteve a base. Seus dois principais reforços para a temporada, Alexandre Pato e Renato Augusto, são reservas de luxo. Edenílson vem, aos poucos, tomando o lugar do capitão do Mundial, Alessandro. Guilherme vem suprindo a carência no meio deixado pelo ex-camisa 8 e Romarinho não deixa Tite tirá-lo da equipe. A força do conjunto corintiano é a principal arma para a conquista do caneco.

(Pensei em deixar esse parêntese em branco. Mas, pensando bem, quem não apostaria no campeão mundial? Pois é, muitos, assim como eu, apostaram errado. O Corinthians decepcionou, não chegou nem perto da zona da Libertadores e protagonizou os jogos mais chatos do campeonato. Com isso, nem Tite se mantém no cargo para a próxima temporada.)

Há, ainda, outras boas equipes que não devem ser menosprezadas, como o Atlético Mineiro, campeão da Libertadores, mas que, ao que tudo indica, deve focar no Mundial de clubes da FIFA e abdicar da disputa do campeonato nacional, o que é uma pena. E, só para fazer justiça, não nos esqueçamos do Bahia, de Cristóvão Borges, que vem fazendo um ótimo trabalho, mas que já será classificado como santo se levar o time a disputa da Libertadores do ano que vem. É isso: Corinthians, Cruzeiro e Internacional, pra mim, os potenciais campeões nacionais de 2013.

(Bem, é isso. Prognósticos à parte, o Brasileirão foi de um nível técnico bem abaixo das expectativas. Mas fazer previsões fazem parte do futebol, e em um campeonato tão cheio de grandes times como o nosso, acertar todas as previsões é praticamente impossível. O que de melhor nos resta agora é acompanhar a última rodada, que trará alegrias para alguns, e decepções para outros.)

                               Everton Ribeiro, o melhor do Brasileirão