segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tudo normal

(palavras rápidas) Pela segunda vez em três anos, Santos e Corinthians fazem a final do campeonato Paulista. Os dois maiores alvinegros do estado disputam duas decisões, com a partida derradeira na Vila, para ver quem é o melhor time de São Paulo.
O Tricolor, time de melhor campanha na primeira fase, caiu diante de um time melhor. Acreditava que o São Paulo poderia fazer frente ao Peixe, e fez. Porém, apenas até o talento dos jogadores especiais aparecerem. E aí, a tendência é procurar culpados pela derrota (a vitória dos Santos foi incontestável, por isso é comum os questionamentos sobre os eliminados).
Muitos atribuíram a vitória praiana ao técnico Muricy e sua substituição cirúrgica no intervalo e, consequentemente, não tendo a mesma visão sobre o técnico sãopaulino. Carpegiani não tinha Lucas, o melhor jogador do time, nem o ótimo Rhodolfo, e jogou bem o primeiro tempo, tendo mais posse de bola que os rivais e disperdiçando muitas chances. Enquanto a bola caía no pé de Jean para as finalizações (erradas) tricolores, o trio santista Ganso, Neymar e Elano achou o espaço necessário para colocar o Peixe na final.

Sobre o dérbi de domingo, achei que um amarelo estava de bom tamanho tanto para Danilo quanto para Liédson. O juiz poderia preservar o jogo, evitar polêmica. Mas o lance é discutível, difícil. O fato é que o Corinthians passou pelo Palmeiras e mais uma vez repete a decisão do Paulista de 2009 contra o Santos. E espera que o final seja feliz igual ao último.
Para encerrar, reverências ao Flamengo que vem sendo criticado por vencer mas não apresentar um futebol convincente. Os rubronegros foram campeões cariocas invictos, vencendo um grande rival histórico nos penais. São 24 jogos, 15 vitórias e 9 empates. Se empatar os próximos seis (possíveis) jogos da Copa do Brasil, vencendo nos pênaltis (ponto forte do time), fatura o torneio. Ou cai a invencibilidade dos urubus. Pelo menos nos pênaltis.

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