quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quarta negra na Libertadores

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(que miércoles!) Sinceramente, não acreditava na classificação gremista para as quartas-de-final da Libertadores. Os gaúchos perderam o jogo de ida, no Olímpico, e teriam de vencer um dos times mais cascudos do torneio, fora de casa. E deu a lógica. A Universidad Católica do Chile venceu os tricolores mais uma vez e, consequentemente, eliminaram os brasileiros.

Mas se havia alguma expectativa de vitória, era mais em função de um possível Gre-Nal nas quartas, já que todos sabiam da difícil missão do Grêmio, mas poucos duvidavam que o Inter, atual campeão, perderia, em pleno Beira-Rio, a partida de volta para o Peñarol, do Uruguai. E o Inter perdeu. Aliás, desde 1993, quando o São Paulo levou o bi, nenhum campeão conseguiu repetir o feito no ano seguinte.

Só que a quarta-feira mais negra da história do futebol brasileiro na Libertadores (posso estar exagerando, mas acho que ninguém se lembra de tantos tropeços tupiniquins nessa competição, no mesmo dia), reservava mais surpresas. O Fluminense, que venceu o primeiro jogo das oitavas por 3 a 1, foi ao Paraguai podendo perder por 1 a 0, resultado que confirmava a classificação tricolor até os 40 minutos do segundo tempo, quando o Libertad fez o segundo gol e, logo depois, o terceiro. O Flu protagonizou uma das classificações mais imprevisíveis na fase de grupos da história da Libertadores para depois cair nos cinco minutos finais de um mata-mata.

Mas o mais inacreditável da noite estava reservado para Sete Lagoas. O meia Roger sentiu a pressão de ter Natalie Lamour na 'plateia' e foi expulso após algumas faltas desnecessárias, ainda no primeiro tempo. O time sentiu e, nervoso em campo, não conseguiu encaixar o melhor futebol da fase de grupos. Os colombianos do Once Caldas, com vantagem numérica em campo, foram pra cima e conseguiram os dois gols necessários para a classificação. Ainda sobrou tempo para o bom técnico Cuca desferir uma cotovelada em Renteria. Lamentável. O Cruzeiro, que encantou a todos, com várias goleadas e resultados expressivos, foi eliminado pelo time de pior campanha, até então.

Desde 1994, o Brasil não tinha apenas um time nas quartas de final da Libertadores. O Santos, que se classificou na terça (porque o jogo não foi ontem, senão...), é o único representante nacional com chances nessa edição. E Muricy tem agora o seu caminho 'livre', já que suas últimas eliminações nesse torneio foi, justamente, para Inter, Grêmio, Fluminense e Cruzeiro, quando dirigia o São Paulo.

5 comentários:

renata disse...

adorei o texto jones!

Gabriel disse...

Muito bom!

João Gabriel disse...

Que bom que os coments voltaram à ativa. Valeu, amigos!

Anônimo disse...

Ufa!! até que fim jones...
Sabia que vc estava ansioso para
conseguir liberar os comentarios...
Tive um contato direto com nosso blogueiro e ele estava mesmo muito apreenssivo para a galera voltar,
Taí gente "vamo manda ve"

Alô Alô disse...

Bom dia João!É,como na vida,que ninguém ouse se achar melhor que os Deuses do futebol.Não há técnica,nem garra,nem talento ou probabilidades sem as bençãos do Olimpo da bola.Abraços,Anna Kaum.