terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fora o baile

(sensacional...) Barcelona e Real Madrid, os dois maiores clubes dentre todos os planetas, se enfrentaram ontem a noite, no Camp Nou.
Havia uma enorme expectativa, não se falava em outra coisa no universo boleiro. Afinal, possuem milhares de torcedores espalhados pelo mundo inteiro. Seus treinadores são diferenciados, seus elencos são recheados de craques. Era o jogo do ano. Ou do século.
De um lado, Lionel Messi. Do outro, Cristiano Ronaldo.
Mas o que se viu foi um jogo de um time só. O time da posse de bola, dos toques rápidos, do futebol bonito e eficiente.
Um time que tem a sua própria filosofia de jogo e que sabe preservar isso.
Como os espanhóis dizem, foi uma 'manita'- uma mão aberta, mostrando 5 dedos. Em bom português, uma boa bofetada.
O Barça vem sendo superior ao Real nos últimos anos e ontem não foi diferente. Mas os catalães não faziam 5 a 0 nos madrilhenhos desde 1994, com três gols de Romário.
O que vimos foi uma exibição épica de um time que joga o fino da bola, com apenas um volante marcador, Busquets, dois talentosos meias, Xavi e Iniesta, dois atacantes que jogam pelas pontas, Villa e Pedro (todos esses titulares da seleção espanhola campeã do mundo), sem centroavante, mas com um gênio argentino entre eles.
Messi (na minha opinião) é o jogador mais talentoso que surgiu desde Maradona. Alguns talvez discordarão, irão dizer que Ronaldinho, no auge, jogava mais, que Zidane era mais técnico, que Ronaldo foi (ainda é?) mais goleador. Enfim, Messi é o Pelé do futebol moderno.
Então, vale a pergunta: seria esse time do Barcelona o melhor da história?
E então, outros dirão que o Santos do Pelé foi inigualável, que o Botafogo do Garrincha era inesquecível, que o Flamengo do Zico era imbatível, que legal era ver a Lusa de 96 ou que, bom mesmo era o São Caetano do Ademar.
Enfim, esse time do Barça é o melhor que eu já vi.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

90 minutos para o fim

                                

(só falta uma...) E o fim se aproxima. Estamos à uma rodada para conhecermos o campeão do mais ilustre, polêmico e controverso campeonato brasileiro de todos os tempos de todos os pontos corridos.

Campeonato inimigo das previsões, sempre tão frequentes no universo futebolístico, mas que com o passar das rodadas, desacreditadas devido à alternância de posições de seus líderes e seguidores.

Tudo bem, alguns irão dizer que os três primeiros sempre foram os mesmos na maioria das rodadas. Sim, é vero. Mas confesso que acreditei no Cruzeiro quando os azuis então, emplacando uma grande sequência de vitórias, se encaixou entre Tricolores cariocas e alvi-negros paulistas. Pois bem. Logo mudei de ideia. Passei à acreditar no Flu umas duas rodadas atrás quando os cariocas tinham um ponto a mais que os paulistas que fariam uma decisão com o Cruzeiro em casa enquanto os tricolores jogariam no Rio com o Goiás. Mas eles empataram e eu passei à acreditar que o Timão levaria o penta.

Faltavam três rodadas. O Corinthians precisava vencer o Vitória na Bahia, onde seus rivais na luta pela taça venceram. E um empate aconteceu. O Flu venceu o São Paulo, voltou à liderança e eu escrevi aqui semana passada que o título se encaminhava para as Laranjeiras.

Ontem, após a vitória do Fluminense sobre o Palmeiras, os cariocas encomendaram o chopp, os salgadinhos e a faixa de campeão. Bi-campeão, aliás.

Só falta vencer o já rebaixado Guarani, em casa, na rodada derradeira e comemorar um título que foi festejado apenas uma vez pelo Flu, em 1984.

Para os corinthianos, o que resta é fazer a sua parte e acreditar nos poderes de São Jorge.
Para os cruzeirenses, além de fazerem a sua parte, é torcer pelo improvável.

Ah, e para quem diz que campeonato de pontos corridos é chato porque não tem finais, os deuses futebolísticos separaram duas para o fim. Grêmio e Botafogo se enfrentam no Sul para decidir a última (suposta) vaga na Libertadores do ano que vem. Enquanto Vitória e Atlético Goianiense decidem quem joga a série A em 2011.

Campeonato da hora, esse.

PS: E para quem curte um futebas internacional, hoje, as 18:00 horas de Brasília, Barcelona e Real Madrid se enfrentam no clássico de maior rivalidade mundial. Passa na ESPN.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Uma tragédia verde


(faz tempo...) E após dez anos sem chegar a uma decisão de competição internacional, o Palmeiras perdeu a chance de ser finalista da Copa Sulamericana 2010. Perdeu também, um jogo que ninguém esperava que iria perder. Ninguém mesmo.
Mas o martírio alvi-verde vem de longe. Uma década, para ser exato.
Pois bem. Dez anos depois, os palestrinos chegaram muito próximos de uma final. Mas o fato é que nesses dez anos, os palmeirenses tiveram mais decepções do que alegrias.
Após um período de glória nos anos 90, com a conquista dos campeonatos brasileiros de 93 e 94 e a inédita Taça Libertadores em 99, o alvi-verde não manteve o mesmo ritmo na década seguinte.
No ano 2000, o Palmeiras tinha disputado sua segunda final seguida de Libertadores, sendo derrotado nos pênaltis pelo Boca Juniors após os dois jogos terem terminados em 2 x 2.
Já a última final, os palmeirenses não gostam nem de lembrar. Foi em dezembro de 2000. E o Verdão vencia o Vasco por 3 x 0 quando Romário marcou três vezes e Juninho Paulista, uma vez. E os cariocas, conhecidos como o time da virada, foram os campeões da então Copa Mercosul.
O clube estava na ressaca pós-parmalat (o patrocínio ainda constava na camisa por questões contratuais, mas a grana não entrava mais). Felipão foi para o Cruzeiro. A diretoria alvi-verde sem muitos recursos trouxe Marco Aurélio, curiosamente ex-Cruzeiro, e o time chegou à final de uma segunda competição internacional no mesmo ano.
Em 2001, sob o comando de Celso Roth, fez uma boa campanha na Libertadores quando novamente foi eliminado pelo Boca, dessa vez nas semifinais. Já 2002, foi o pior ano da história do clube, rebaixado à segunda divisão do campeonato brasileiro.
Mas o time se reergueu, voltou à elite, alternou momentos razoáveis e, após 9 anos sem ganhar nada, o Verdão foi campeão paulista em 2008, com um bom time montado por Vanderlei Luxemburgo, que no ano seguinte foi substituído por Muricy Ramalho.
Muricy fez um bom trabalho, levou o time até a última rodada do brasileirão com chances de título, mas não sobreviveu a uma derrota para o São Caetano no paulistão de 2010.
O time cambaleou, passou pelas mãos de Antônio Carlos, até que chegou Felipão. Dez anos depois, ele voltou. E após um início difícil, vai fazendo o que pode para achar um time ideal e dar esperanças aos torcedores. Não teve receio algum em dizer que priorizava a Sulamericana. Só não contava com uma pedra no sapato nas semi-finais.
Acho que o choro do garotinho palestrino, na transmissão da Globo, diz tudo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Não por acaso

(só faltam duas...) Após 36 rodadas do mais fabuloso, concorrido e disputado campeonato futebolístico mundial de pontos corridos, o fim se aproxima.
Sim, só faltam duas.
Duas rodadas para o fim de um grande campeonato. Disputado 'cabeça-à-cabeça' por Fluminense e Corinthians. E claro, o Cruzeiro que sempre esteve e está por ali. Apenas dois pontos separam a raposa dos tricolores. Mas faltando duas rodadas, dois pontos valem pelo campeonato inteiro. 
Que o diga o Corinthians. O mesmo time (salvo Bruno César que não jogou por suspensão) que derrotou os celestes rodada passada, no Pacaembu, e por consequência tornou-se o lider do certame e favorito ao título, não venceu o Vitória.
Escrevi aqui umas duas rodadas atrás que o título poderia ser decidido no Barradão, pois tanto Fluminense quanto Cruzeiro venceram seus jogos lá. E na minha modestíssima opinião, foi.
Mal comparando (vejam bem, mal comparando), a reclamação dos corintianos dizendo que os são-paulinos entregaram o jogo para o Flu me fez lembrar o Alonso reclamando do Petrov após a corrida. Mais ou menos assim: do que adianta reclamar se você não fizer a sua parte?
Enfim, o caneco se encaminha para as Laranjeiras.
Para um time que liderou vinte e uma das trinta e seis rodadas, que tem o melhor jogador do campeonato, Dario Conca, e que tem um dos melhores, senão o melhor treinador em atividade no país, Muricy Ramalho.
Se o Corinthians for o campeão, será surpreendente.
Se o Cruzeiro levar a taça, será histórico.
Na Fórmula 1, foi.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Tião Campeão

                                    

(agora acabou) E a temporada mais emocionante dos últimos anos da Fórmula 1 chegou ao fim.
Mais emocionante porque em 60 anos de história da categoria, nunca quatro pilotos chegaram à prova derradeira com chances de título. Mesmo que matemáticas (no caso de Hamilton).
Sem dúvidas, 2010 foi um ano em que a justiça se fez em um esporte que não é considerado muito ético e nem muito bem visto devido as situações premeditadas, riscos calculados e desprezo com os torcedores (aqui, nem vou dizer que falo sobre a Ferrari).
Pois bem. Justiça feita. Venceu o melhor. Melhor piloto, melhor carro, melhor equipe.
Na pista, no braço.
Sobre a corrida, o circuito de Yas Marina é um espetáculo visual. Arquitetura astronômica, fantástica. Digna das obras faraônicas de Abu Dhabi. Já a pista, um porre. Se não fosse pelo fato de ser a corrida decisiva, e de eu estar assisitindo a prova na beira da piscina, tomando uma gelada e comendo batata frita (viagem de família, sabe como é), nem lembraria da prova.
Mas foi a corrida que deu o título à Sebastian Vettel, que aos 23 anos e 4 meses tornou-se o mais jovem campeão da história da Fórmula 1. O mesmo garoto que em 2008 foi póle e venceu em monza. De Toro Rosso. Incrível! Eu lembro.
No ano seguinte, em 2009, Tião Alemão foi para a sua atual equipe, a Red Bull, e foi vice-campeão. Estava escrito nas escrituras sagradas dos mais antigos manuscritos automobilísticos: 2010 era o ano de Sebastian.
O alemão prodígio não liderou o campeonato em nenhum momento. Chegou a última prova em terceiro na classificação; 7 pontos atrás de Mark Webber, seu companheiro de equipe e 15 pontos atrás do espanhol Fernando Alonso, o favorito, bi-campeão mundial, experiente. E que se mostrou um péssimo perdedor. Afinal, era o dia de Vettel.
O dia em o talento mostrou que com um bom time e um bom carro, não se precisa de ordens de equipe para ganhar campeonato.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Uma temporada inesquecível



(é domingo, nas arábias...) Fernando Alonso, Mark Webber, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton. Há quanto tempo, ou melhor, há quantas temporadas a Fórmula 1 não chega a sua última corrida com quatro pilotos com chances de título?

Ok, alguns irão dizer, e com razão, que Hamilton (ou Luis Amilton, como queiram) tem apenas chances matemáticas de conquistar o seu bi-campeonato, e que em 2007 haviam 3 pilotos com chance de título na última corrida: Hamilton liderava o campeonato no seu ano de estreia, seguido de perto por seu então companheiro de McLaren, Fernado Alonso. Correndo por fora, Kimi Haikkonen, o finlandês pé-frio.

E foi correndo por fora que o Homem-de-gelo foi campeão. Na época, quem apostou em kimi ganhou uma boa grana.

Pois bem. É por isso mesmo que essa é a temporada mais espetacular da mais famosa competição automobilística mundial. Fernando Alonso (ou Él fodon de las Astúrias) depende só de si. Precisa vencer, ou chegar em segundo. Ou até mesmo chegar em terceiro, contanto que os pilotos da Red Bull não cheguem na sua frente. O que será bem difícil, já que os Rubro-taurinos (boa, essa) tem o melhor carro e são favoritos para essa última corrida. Hamilton precisa vencer e torcer para os três quebrarem. O que seria o maior milagre de todos os tempos do automobilismo.

Mas o fato é que existem outras coisas 'em jogo'.

Se o ferrarista for campeão, todos se lembrarão da marmelada da corrida da Alemanha, quando Felipe Massa, companheiro do Espanhol, liderava a prova e abriu passagem à Alonso depois de ouvir a ordem da equipel: "Fernando is Faster than You. Did you confirmed this message?" Ou em bom português: "Fernando está mais rápido que você. Você confirma essa mensagem?". Mais indiscreta impossível.

Acontece que, na penúltima corrida do ano, aqui no Brasil, a Red Bull teve a mesma opurtunidade que teve a Ferrari em solo 'germânico'. Sebastian Vettel (ou Tião Alemão) liderava a prova e seu companheiro, Mark Webber (o australopiteco de queixo quadrado) vice-líder do campeonato, vinha em segundo com Alonso em terceiro. Era apenas ordenar para que Vettel abrisse para Webber e o Australiano estaria a apenas um ponto do Espanhol. Mas a ordem não veio. Alonso está a 8 pontos de Webber e a 15 do Alemãozinho prodígio, que, com isso, ainda tem chances, mesmo que remotas, de ser campeão.

Quem não gostou muito foi Webber. Mas para o campeonato foi excelente, já que agora o ferrarista tem dois adversários difíceis pela frente, e com um carro melhor e mais veloz, diga-se de passagem.

Agora, se na última volta da prova derradeira, em Abu Dhabi, Tião Alemão estiver em primeiro, com o canguru tristonho em segundo e Él Fodon logo atrás, a única chance dos Rubro-taurinos de levar o campeonato será inverter as posições. Afinal, vale título. E a vítima seria a Ferrari, que cansou de fazer isso
e não está nem aí para o que chamamos de espírito esportivo.

Mas acontece que, Dietrich Mateschitz, o dono da Red Bull, disse que "Um segundo lugar será melhor do que vencer com ordens". Será mesmo?

Eu não sei. Só sei que este é apenas mais um ingrediente para o maior dilema da história da Fórmula 1.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Os 3 candidatos


(e só faltam 4...) Após 34 rodadas do mais fabuloso e disputado campeonato futebolístico mundial, nada está decidido. A não ser os virtuais e prováveis candidatos ao título. E não por coincidência, os 3 primeiros colocados na tabela: Fluminense, Corinthians e Cruzeiro.

Não é de agora que eles estão no topo e não será hoje que cravaremos um dos três nem descartaremos alguém, pois.

Também, não podemos dizer que nenhum dos três faz um campeonato incrível, tampouco tem um time inesquecível.

O Fluminense, líder do certame com 61 pontos é um time extremamente dependente de Conca, o melhor do campeonato. E mesmo sem poder contar com seus jogadores mais badalados, como Fred, Émerson e Deco, frequentadores assíduos do departamento médico, o Tricolor das Laranjeiras vem fazendo uma bela campanha com um time simples, mas aguerrido e que tem em seu meia argentino todas as esperanças de vitórias e bom futebol.

O Corinthians, vice-líder, com 60 pontos, tem uma boa base deixada por Mano Menezes. Passou pelas mãos de Adílson Batista que venceu jogos importantes, como o Fluminense, no Rio, e o Santos, na Vila. Mas obteve resultados que um time que briga pelo título não pode ter. Assim como o empate com o Ceará e a derrota para o Atlético-GO, ambos em casa.

Escrevi aqui, algumas rodadas atrás, que a demissão de Adílson não teria sido boa. Mas o fato é que Tite 'arrumou a casa'. Devolveu a solidez defensiva (meio clichê, isso) organizou o meio-campo e dexou Bruno César, o melhor corintiano, com liberdade para jogar como gosta. A vitória sobre o São Paulo, domingo, mostrou um time forte e estruturado.

Já o Cruzeiro, o terceiro na classificação, com 60 pontos e o mesmo número de vitórias (17) de Fluminense e Corinthians, venceu o Vitória no Barradão onde o Flu também venceu e o Corinthians ainda não jogou. E é lá onde o campeonato pode ser decidido.

Mas antes, a raposa tem seu mais difícil adversário até agora. Visita o Timão no Pacaembu no jogo mais aguardado da próxima rodada, onde os dois podem morrer abraçados ou apenas um seguirá vivo na luta pelo título.

Jogo em que o Fluminense assistirá de camarote e, já sabendo do resultado, enfrentará em casa, o Goiás, vice-lanterna do campeonato. Aos cariocas só restam fazer o que de melhor fizeram até aqui: vencer.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ecos da semana


(e só faltam 5...) Após uma excepicional ausência de comentários sobre a rodada #32 do nosso admirável e inigualável campeonato brasileiro, estamos de volta para alguns dizeres relevantes sobre a rodada #33.

Então, comentaremos os principais jogos que ocorreram quarta-feira, dia 3, quando o líder Fluminense foi à Porto Alegre enfrentar os já descompromissados colorados e conseguiu um valioso pontinho após um 0 x 0. Resultado até então comemorado por Corinthianos e Cruzeirenses que jogariam logo após e teriam chance de encostar e até ultrapassar, no caso da raposa, o líder do certame.

Lição de casa que o Corinthians fez certinho, com uma grande ajuda do 'apitador', diga-se de passagem. Franciso Carlos Nascimento, árbitro de Alagoas, além de expulsar dois jogadores avaianos apontou a marca da cal quando viu Dentinho tropeçar e agarrar no zagueiro adversário. Patético.

Assim como o lance da partida em que o Cruzeiro foi derrotado em casa pelo São Paulo. O Jogo já estava 1 x 0 para o tricolor quando Ricardo Oliveira se jogou fora da área e o juizão, 'seu' Nielson Nogueira Dias, de Pernambuco, decidiu que tinha que ser pênalti. Rogério Ceni bateu e converteu seu gol de número 92 na carreira; o São Paulo continua vivo na briga por uma 'suposta' vaga na Libertadores e o Cruzeiro perde uma grande chance de passar o Flu.

No Engenhão, Lúcio Flávio caiu na área e Heber Roberto Lopes, do Paraná apitou. Resultado: Botafogo 3 x 2 Atlético Goianiense.

Lances como esses estão cada vez mais típicos no nosso futebol. Infelizmente.

Voltaremos em breve, segunda-feira, se possível, para comentar, analisar e cornetar a próxima rodada que promete ser muito boa, com dois clássicos envolvendo adversários na briga pelo título. São Paulo x Corinthians e Fluminense x Vasco.

Até lá.


Triste


Após alguns dias desatualizado, o blog volta à ativa. Infelizmente, com uma triste notícia.

Andy Irons, tricampeão mundial de surfe (2002, 2003, 2004), morreu na última terça-feira, dia 2, por causas ainda não divulgadas.

Um teste tóxicológico será feito e poderá demorar até três meses para o resultado.

Andy ficou conhecido por ser o maior adversário de Kelly Slater, a lenda do surfe mundial.

O norte-americano de 32 anos partiu, mas deixou sua esposa grávida de 8 meses. Um menino.