
Mais uma semana interessante se foi.
Fatos que não podemos deixar de comentar, analisar ou cornetar.
Primeiro, e talvez o acontecimento mais falado esse dias, a demissão de Dorival Júnior do Santos. Após o afastamento do garoto Neymar devido ao seu comportamento nada exemplar, a diretoria do peixe julgou que excluído de uma partida, o menino já estava castigado. O treinador não entendeu assim e foi ele mesmo convidado a se retirar. Estranho.
Admirava Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, o presidente santista, que vinha fazendo uma grande gestão, inovadora e inteligente, mas que conseguiu, com essa atitude, enterrar temporariamente a chance do clube de ser alguma coisa além do time de Pelé.
Segundo, a boa vitória corintiana na Vila, jogando bem, mostrando que é, hoje, o time mais arrumado do campeonato. Seguido de perto por Fluminense e Cruzeiro, os únicos capazes de atrapalhar a saga alvi-negra na busca por 'alguma coisa' no ano do centenário.
Terceiro, a decisão da Conmebol, esta entidade tão cheia de credibiladade que manda e desmanda no futebol sulamericano, que determinou que o campeão da Libertadores exclui diretamente a última vaga de seu país no torneio continental. Ou seja, como o Inter é o atual campeão, o G4 do brasileiro virou G3. Mudança de regras no meio da competição é tão patético como a própria Conmebol.
Quarto, a boa convocação de Mano, deixando o menino-prodígio Neymar de fora da lista, mostrando a diretoria do Santos como se educa um moleque dessa idade.
E, por fim, a demissão do 'professor' Vanderlei Luxemburgo, que após 15 derrotas no Galo, está desempregado. Mas como anda sempre bem vestido, podemos dizer que saiu com estilo.
2 comentários:
belo post Jones, resumiu muito bem a semana. Quanto a questão da vaga brasileira na Libertadores: demonstra também a força que a CBF tem junto a entidade que você citou, que prefiro nem falar....
Faltou falar da grande escolha da CBF pra sub-20, Ney Franco.
Mas isso é assunto pra outro post.
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