
O São Paulo venceu o Inter, ontem, no Morumbi, por 2 a 1, mas como perdeu o primeiro jogo no Beira-Rio por 1 a 0, foi eliminado pelo regulamento que determina que gol fora de casa é o critério de desempate.
Grande jogo! Intenso, disputado do começo ao fim, com o tricolor com 3 atacantes desde o início, pressionando, diferente do primerio jogo onde se encolheu frente a forte equipe do sul.
Venceu. Mas não foi o suficiente.
E pela quinta vez seguida o tricolor encerra a sua participação na Libertadores diante de uma equipe brasileira.
Talvez seja bom para o São Paulo naõ se classificar para a próxima edição (é sério!), jogar uma Copa do Brasil, uma sul-americana, se dedicar ao paulistinha, enfim, tentar algo que não seja essa obssessão pela Libertadores, já que participa do torneio seguidamente desde 2004, e, apesar do título de 2005, as outras seis participações acabaram em frustrações.
Já o Inter, com boa estrutura e bom elenco, chega a sua segunda final em cinco anos e já está classificado para o mundial de clubes em dezembro.
E ainda podemos ter o "clássico" Internacional vs Internazionale, aquele de azul e preto, tipo o Grêmio, sabe?
4 comentários:
Fala Jones, belo post, mas S. Paulo sempre teve fama de amarelão, lembra?
Não fala assim... ainda to triste...
Fala, meu irmão. Minhas condolências.
Em defesa aos são-paulinos, gostaria de exaltar que destôo do critério de desempate da libertadores (e de alguns outros campeonatos). É injusto. Pensa comigo: os dois times tiveram a oportunidade de jogar em suas respectivas "casas", com suas respectivas torcidas propulsoras. Soma dos resultados: 2x2. O Inter em sua casa marcou somente um tento. O São Paulo, jogando no Morumbi, fez dois, embora tenha tomado um. Em um só dia o time tricolor logrou êxito em colocar a bola dentro da baliza duas vezes, demonstrando mais competência, empenho e raça. Tomou um gol, talvez, por azar. Não é a primeira vez que isso ocorre na seara futebolística. A exemplo do Corinthians neste mesmo campeonato, que foi eliminado com os mesmos resultados, apesar de ter apresentando a melhor campanha do torneio. Solução: se cada time tem a oportunidade de jogar em seus estádios, somam-se os resultados e pronto. Em caso de empate, que ressurja o verdadeiro espírito do futebol: prorrogação e pênalti. Vão dizer: “ah, mas o último jogo terá o peso da torcida adversária numa decisão mais acirrada. Injusto”. Pois então, que seja equilibrado e equitativo o número de torcedores para ambos os lados. Dividam a arquibancada. São apenas devaneios... mas que dá um aperto no coração ver nosso time eliminado desta maneira, isso dá.
Tristezas a parte, meu amigo, contribui para a prorrogação do contrato do Ricardo Gomes no São Paulo com R$ 50,00. Não adiantou. É uma pena. Abraços.
Belas palavras, meu caro.
Pois esse critério de desempate da Libertadores (e não é chororô da minha parte) abre brecha para argumentos como os que você citou, e muito bem, diga-se de passagem. Ora, se tomar gol em casa é prejuízo, fazer dois no mesmo jogo é mais significativo do que fazer um só.
E naõ há nada mais emocionante no futebol do que prorrogação e pênalti.
Abração, meu brother. Ah, e quanto a sua contribuição para a permanência do Ricardo, não precisava. Mas isso não quer dizer que vamos devolver o dinheiro.
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