sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Enfim, a América
(Os maias estavam certos..) E o que antes só acontecia nos gramados virtuais da geração playstation, aconteceu dentre as linhas reais dos campos sulamericanos, sem derrotas, sem sustos. Sem o sofrimento típico que ilustra quase todas as conquistas alvinegras da história centenária. Dessa vez foi diferente.
Diferente porque o time se preparou para fazer história, disputou a competição de maneira exemplar e, merecidamente, levantou a tão sonhada taça.
Mas não é apenas a incontestável campanha na Libertadores 2012 que justifica o merecimento do inédito título, e sim a 'aposta' na continuidade do trabalho do técnico Tite, cuja a cabeça foi pedida por milhões de torcedores após a decepcionante eliminação para o Tolima ainda na pré-Libertadores do ano passado.
A diretoria acreditou no professor Adenor, deu o respaldo necessário e o bom trabalho do técnico foi recompensado com o título brasileiro de 2011. Já o caneco continetal foi apenas a cereja do bolo. E que cereja!
Minutos antes do cotejo decisivo no Pacaembu, Tite foi perguntado por um repórter se o Corinthians precisaria de sorte para vencer o Boca, e Tite disse que não acreditava em sorte, mas no merecimento pelo trabalho. E este foi bem feito e devidamente recompensado. Após a partida, ressaltou o que disse antes: "Esse negócio de sorte de campeão é a melhor maneira de desprezar o trabalho de alguém". É verdade, mas se a sorte não ajudou o Corinthians, também não atrapalhou.
Por fim, o Bando de loucos será eternamente grato à Tite e seus comandados, Émerson Sheik entra para a galeria dos maiores ídolos da Fiel e o 'Vai, Corinthians' imprime sua marca na história alvinegra.
Aos meus amigos corinthianos, parabéns, vocês merecem!
Assinar:
Comentários (Atom)
