
Pela primeira vez na história das Copas os atuais campeões e vice-campeões são eliminados na primeira fase.
Italianos e franceses decepcionaram na África do Sul e voltaram mais cedo pra casa.
Tudo bem que nenhuma das duas seleções eram favoritas ao título dessa épica edição africana.
Mas ninguém imaginava que os tetracampeões não se classificariam em um grupo que contava com a Nova Zelândia e os franceses não passariam por uma chave que tinha a África do Sul como 'cabeça'.
A frustração ficou evidente quando, após duas rodadas, nenhuma das duas seleções venceram e chegaram ao último jogo criticados, pressionados e decadentes.
A situação francesa era deprimente. Brigas internas, grupo rachado, jogadores 'boicotando'um técnico que já era contestado pelo país inteiro. Segundo os próprios jornalistas franceses, a seleção representava bem arrogância de seu povo. Um povo que se acha superior ao resto do mundo.
Resultado: em três jogos a França empatou um e perdeu dois. Sofreu 4 gols e fez apenas um. Patético.
Já a situação italiana foi diferente. A Azzurra empatou os dois primeiros jogos e poderia até empatar o terceiro para se classificar, assim como foi em 1982 e eles acabaram campeões. Mas dessa vez a história foi outra.
A Itália foi à África do Sul com a base campeã de 2006, só que quatro anos mais velha e sem o seu grande jogador, Francesco Totti.
Resultado: após um jogo emocionante diante da Eslováquia (o melhor da Copa, até agora) com chances claras de gols até o último minuto dos acréscimos, os italianos viram o fim.
Foi como o último capítulo da novela das oito. Só que dessa vez sem final feliz.



